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O Diário da Jessie Bessie

Eu sou para cada pessoa aquilo que ela acha que eu sou, mas o que para mim importa é o que eu estou à procura de ser e isso eu ainda não sou.

Eu vi e digo que ... | Insurgente

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Para quem não sabe, hoje foi dia de anteestreias, e o filme que fui ver foi o Insurgente, da saga Divergente, escrito pela a autora norte-americana pela Veronica Roth. 

Antes demais, eu nunca li os livros relativos ao filme, mas vi o primeiro filme Divergente umas 29838743 vezes. Não me considero fanática, mas considero-me apreciadora deste tipo de filmes. Não vos vou contar spoilers (prefiro que paguem o bilhete e vão ao cinema ver, porque vale a pena), mas vou-vos contar o que retiro deste tipo de filmes. 

 

Para começar, e para que entendam a história, esta passa-se na cidade futura de Chicago, e toda a sociedade foi dividida em cinco grupos de pessoas, denominados de facções. Existem cinco facções e cada uma delas dedica-se ao cultivo de uma virtude em especial:

  • Abnegação (Altruísmo);
  • Cordiais (Generosidade e pacifismo);
  • Audácia (Coragem);
  • Cândidos (Sinceridade);
  • Erudição (Inteligência).

Convém dizer que quando os habitantes fazem dezasseis anos são "obrigados" a escolher a sua facção para o resto da sua vida (e pode ser ou não a facção onde estavam inseridos antes).

É portanto aqui que entra a minha parte psicológica e que começo a pensar na verdadeira mensagem do filme. Então, mas será que ninguém pode ter mais do que um desses valores, que representa determinada facção?! E se tiver, será um problema porque perturba a paz da sociedade?! Mas porquê?! Porque é que estamos condenados a ser sempre a mesma coisa e a ter a mesma função para o resto da vida?!

Eu considero-me uma pessoa divergente, porque na definição do filme, enquadro-me em mais do que uma facção. E não acho que seja mau, antes pelo contrário, acho que é bom haver "variedade" e pessoas que não estejam à partida determinadas... senão qual é o propósito da vida?!

 

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Essas são principalmente as razões por gostar tanto destes filmes, que apesar de ficcionais, fazem-nos pensar no filosófico e psicológico por detrás da história (tenho a certeza que era isso que a senhora Roth queria).

 

História à parte, eis o que achei deste segundo filme:

1- Está um óptimo filme para se ver, seja com amigos, namorados e/ou família (pelo menos os maiores de 16 conseguem compreender a história).

2- Quem não viu o primeiro, não se aflija. Este filme não tem assim tantos pormenores que não se consiga apanhar somente por ler a sinopse do primeiro filme (mas se querem um conselho deviam ver o primeiro filme, na mesma)

3- (A quem já leu o livro) Não vão para o cinema a pensar que será igual ou exactamente igual, porque (por fontes seguras) não é. Existem muitas cenas cortadas, o final é um pouco diferente, e ao que parece acrescentaram pormenores ao filme que o livro não menciona.

4- Mais uma vez, a actriz Shailene Woodley, está de parabéns pela sua grande perfomance ao interpretar a "Tris Prior" (eu chorei neste filme, graças a ela). É de louvar ainda a química, que por mais simples que seja, é enorme entre a "Tris" e o "Four" (interpretado pelo Theo James).

5- Os efeitos especiais estão do outro mundo. É filme com muita acção, com história, com personagens bem definidas e interpretadas, e mais uma vez a banda sonora não lhe fica nada atrás. 

 

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A melhor parte deste filme?! Foi sem dúvida ter tornado realidade o desejo de duas fãs da saga. A maior de todas que conheço, a minha amiga (e colega de casa), Raíssa Grossi (foto acima), que leu os livros (em inglês, porque não conseguiu esperar que eles saissem em Portugal, e então mandou vir do Canadá), mais do que três vezes (no minimo) cada livro, e que tem pequenas histórias sobre a saga, que se calhar nem os fanáticos fãs sabem que existe. Ela adorou, no entanto, saiu do cinema em estado "neutro" (acho que ainda está a dirigir o sonho ter-se tornado realidade).

Outra fã, pelo menos do filme (como eu), a minha amiga Andreia Alferes (foto abaixo), que levou o namorado dela, Pedro (o nadador salvador) a ver o filme e que sei que também adoraram. 

 

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Outra parte boa de ter ido a esta anteestreia é que vi o meu primeiro filme em 3D, e agora tenho uns óculos todos giros para levar para a praia (estou a brincar, só dá para ver os eclipses).

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Espero que vão ao cinema ver Insurgente e me digam o que acham,

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2 comentários

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    Jessie Bessie 22.03.2015 20:23

    Como disse eu não li os livros, apenas vi os filmes. No entanto, quem foi ao cinema comigo, leu os livros (em inglês) e até leu as mini histórias da saga e o livro "Four" que retrata o antes da personagem Tobias. Na opinião dela, o filme Divergente está igual (cortando algumas cenas, é claro) ao livro. O Insurgente está diferente, porém o essencial está lá (faltam as imensas discussões é certo, não existe nenhuma caixa no livro, por exemplo, quem mata a Jeanine não é a mãe do Tobias, mas pronto), no fim o essencial está lá.
    O Convergente irá mesmo ser dividido em dois, no entanto, acho que seria impossível retratar tal e qual o livro no filme. Daí eu dizer sempre que os livros são sempre melhor que os filmes (pelo menos nas sagas costuma ser assim).

    Tenho pena que não tenhas gostado, mas compreendo a tua opinião,
    Jessie Bessie
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    Jessie Bessie | 22 anos | Portugal

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